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Alguns termos da Construção Civil !

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CONCEITO “TÉCNICO”
1) TESOURA: Armação de madeira triangular, usada em telhados que cobrem grandes vãos, sem  o auxilio de paredes internas.

CONCEITO “USUAL”
Sustentação do telhado. (texto do Servente Reginaldo Marcos dos Santos.)

CONCEITO “TÉCNICO”
          2) TERRACOTA: A terracota é um material constituído por argila cozida no forno, sem ser vidrada e é utilizada em cerâmica e construção. O termo também se refere a objetos feitos deste material e à sua cor natural, laranja acastanhado. É rica em óxido de ferro, normalmente utilizada na confecção de tijolos, telhas, vasos, entre outros objetos.

CONCEITO “USUAL”
Na construção sempre utiliza-se esse termo quando se refere a um tipo de cor neste caso uma cor meio acastanhada. (texto do Pedreiro Silvanio da Silva.)

CONCEITO “TÉCNICO”
3)  SOLEIRA: A parte inferior do vão da porta no solo. Também designa arremate na mudança de acabamento de pisos, matendo o mesmo nível e nas portas externas, formando um degrau na parte de fora.
CONCEITO “USUAL”
Onde não tem esquadro é usado para dimensionar  uma cerâmica de outra, quando não há esquadro no espaço. É colocado embaixo das portas. ( texto do pedreiro Edson Araújo.)

CONCEITO “TÉCNICO”
4)  TERRAPLANAGEM: O serviço de terraplanagem tem como objetivo a conformação do relevo terrestre para implantação de obras de engenharia, tais como açudes, canais de navegação, canais de irrigação, rodovias, ferrovias, aeroportos, pátios industriais, edificações, barragens e plataformas diversas.
CONCEITO “USUAL”
Utilizado quando o terreno apresenta irregularidades . (texto do Pedreiro Silvanio da Silva.)
Usado para fazer rodovias em terrenos sem nível. (texto do armador Jorge Henrique.)

CONCEITO “TÉCNICO”
5)  VALA: Escavação estreita e longa feita no solo para escoar águas residuais ou pluviais e também para a execução de baldrames e de instalações hidráulicas ou elétricas.
CONCEITO “USUAL”
Usado para o escoamento de água. (texto do pedreiro Silvanio da Silva.)

CONCEITO “TÉCNICO”
6)  MÃO-DE-FORÇA:Elemento estrutural inclinado que liga um componente em balanço à parede, diminuindo o vão livre no pavimento inferior.

CONCEITO “TÉCNICO”
            7)SARRAFEAR:  Desempeno de massa com emprego de régua ou sarrafo de madeira.

CONCEITO “USUAL”
Retirar o excesso de massa da parede através de ripas ou alguns outros instrumentos.

CONCEITO “TÉCNICO”
                        8)PRUMO: Instrumento formado de um peso suspenso por um fio, us. ger. na construção civil, para verificar se uma superfície está ou não na posição vertical.

CONCEITO “USUAL”
Nome do aparelho que tem um fio com um peso numa das extremidades. Permite verificar o a igualdade de paredes e colunas.

CONCEITO “TÉCNICO”
                        9)BATER-TIJOLO:   Levantar paredes com os devidos materiais e instrumentos manualmente.

CONCEITO “TÉCNICO”
                        10)TRENA: Fita métrica metálica, ger. com 10, 20 ou 25m de comprimento, us. na medição de terrenos.
CONCEITO “USUAL”
 Fita métrica especifica para medir terrenos.


Texto e pesquisa : Mayara Leite e Rodrigo Álvaro, alunos do IFAL-Pin !

Meu amigo EPI

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Os EPI’s são os equipamentos de proteção individuais, destina-se a proteger a integridade física do trabalhador durante a atividade de trabalho.

Por meio da Norma Regulamentadora n° 6(NR 6), considera-se equipamento de proteção individual todo dispositivo ou produto, de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis a ameaça da segurança e da saúde do indivíduo.

A função dos EPI’s é neutralizar ou atenuar um possível agente agressivo, contra o corpo do trabalhador que o usa. Estes evitam lesões ou minimizam a sua gravidade, em casos de acidentes ou exposições à riscos, também podem nos proteger contra efeitos de substâncias tóxicas, alérgicas ou agressivas, que podem causar as chamadas doenças ocupacionais.

Podemos classificar os E.P.I em 4 grupos.

- Proteção para a cabeça ;

- Proteções para os membros superiores e inferiores ;

- Proteção para o tronco ;

- Proteção das vias respiratórias e cintos de segurança ;
Cada equipamento possui um  C.A. ( Certificado de Aprovação  ). O C.A. atesta que um produto está em conformidade com as especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e é considerado apto para ser comercializado como um EPI.
Como posso vefificar o C.A.?

             Em todo equipamento encontramos o C.AO C.A(Certificado de Aprovação) é um documento emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego, que tem por finalidade avaliar e manter um padrão nos equipamentos de proteção.

             Cada equipamento possui um Certificado de Aprovação. O C.A. atesta que um produto está em conformidade com as especificações da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) e é considerado apto para ser comercializado como um EPI.
              Em todos os equipamentos encontramos o C.A número que vem gravado nas etiquetas dos EPI’s, este número significa que o equipamento de proteção individual foi testado e aprovado para proteger o trabalhador do risco contra o qual o equipamento se destina. Com esse numero é possível verificar o certificado no portal do www.mte.gov.br e obter informações tais como se esse certificado ainda é valido e quando terminará sua validade.
            No certificado também é possível encontrar informações sobre o fabricante e sobre limitações a respeito do equipamento. Conhecer estas limitações antes da compra são fundamentais para que se adquira um EPI que garanta uma proteção adequada.
           É direito de todo trabalhador ter seus equipamentos adequados para garantir a sua integridade física e é dever de toda empresa fornecer aos seus funcionários os equipamentos.



Lembrem-se: usem sempre o EPI’s adequado, e em bom estado, pois estes poderão prevenir possíveis lesões.


Pesquisa e texto : Luciana Mayara e Maria Juliana, alunas do curso de Edificações do IFAL- Pin !

Entrevista feita ao um Geógrafo e a um Engenheiro Civil. Apontando suas respectivas visões sobre o Curso Técnico em Edificações.

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Visão do engenheiro civil:
Entrevistado:  professor e engenheiro civil João Gilberto



            Alunos : Qual a importância do curso técnico em edificações e quais as vantagens do curso?
Engenheiro: A questão do curso técnico é que ele tem a demanda de manutenção e supervisionamento e são coisas que o engenheiro poderia fazer só que é um curso que tem duração de cinco anos e você sendo técnico estará disponível, mas cedo ao mercado de trabalho e supriria bem essa mão de obra.
 Alunos: Quais as oportunidades que um técnico em edificações tem?
Engenheiro: As oportunidades são boas, pois hoje em dia existe muito técnico gerenciado obra e esta ate mesmo extrapolando sua função que seria apenas de manutenção e supervisionamento.
Alunos: Quais os planos para o futuro em relação a emprego para um técnico em edificações?
Engenheiro: As perspectivas são hoje boas vem ai copa do mundo e as olimpíadas e deve cair um pouco depois desses dois grandes eventos mais ai vem à questão da sobrevivência só os mais preparados é que iram ficar após essa “onda”.
Alunos: Como esta sendo reconhecida a existência do curso?
Engenheiro: Esta sendo bem valorizados pelas empresas eles esta sendo bem aceito. Antigamente muita coisa que era só confiado ao engenheiro hoje também esta sendo confiado ao técnico.
Alunos: Já aconteceu do senhor esta com algum cliente e esse cliente quer fazer um projeto que não atenda as normas podendo assim embarga numa obra ? Já aconteceu?
Engenheiro: Sim. Então eu alertei quanto ao problema que não atendias as normas e eu simplesmente o ameacei ou ele atenderia as normas ou eu não assinaria, pois eu não estaria me arriscando com uma coisa irregular. Se existisse algum problema eu estaria respondendo por isso então infelizmente ele recuou e resolveu fazer como estava no projeto, mas realmente eu não assinaria ou ele concorda comigo ou eu não assinaria.
Visão do geógrafo:
Entrevistado Professor Clóvis Ramos

Alunos: Em sua a importância do curso técnico em edificações e quais as vantagens do curso?
Geógrafo: Como a geografia ver para o mundo moderno que estamos hoje temos a necessidade de qualificação técnica o técnico em edificações vai trabalhar diretamente com o povo para a geografia fica mais faceio analisar da seguinte maneira o técnico vai conseguir se inserir mais rapidamente no mercado de trabalho e a edificações vai fazer com que o homem consiga abitar espaço para isso serve a geografia é a dinâmica da ocupação de espaço então para isso serve o curso de edificações.
Alunos : Quais as oportunidades que um técnico em edificações tem?
Geógrafo: O mercado hoje em dia favorece ao técnico em edificações conseguindo emprego rapidamente mas não são salários exuberantes mas são salários dignos que antes não tinha porem um dia pode falta vagas no mercado então tem que se aproveitar hoje com essas obras que estão acontecendo com a copa do mundo olimpíadas e o mercado imobiliário hoje em dia faz com quer a geografia tenha a visão do problema que possa ocorrer igual o que teve nos estados unidos com o mercado imobiliário pessoas comprando casas e não podendo pagar. 
Alunos: Como esta sendo reconhecida a existência do curso?
Geógrafo: Hoje em dia bem mais você consegue ter o emprego o respeito e posso ate cita o caso de um amigo ele é formado no curso técnico em edificações e já fazia dez e nunca arrumou emprego e então ele deixou o seu currículo em um empresa e eles estava precisando porque ele estava desempregado três semanas depois ele foi chamado para trabalhar e ele esta evoluindo dentro da empresa e esta sendo respeitado basta você querer trabalhar porque existe grandes oportunidade. Não esquecendo que o técnico em edificações esta inserido no mercado de trabalho como um trabalhador aceitando o que empresa pede.

Entrevista feita a pelos alunos: Ilames Jordan e Thaisa Sampaio do 2° ano do curso técnico em edificações.


Entrevista  no Youtube :  http://www.youtube.com/watch?v=y57VAvFXBAA

Construção civil contratou 38,7 mil novos trabalhadores em agosto

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Alta no nível de emprego já é de 9,44% em 2011, segundo levantamento da FGV


Mauricio Lima


Marcelo Scandaroli
Pesquisa mensal realizada pelo Sindicato da Indústria da Construção do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) registrou a contratação de 38.770 trabalhadores com carteira assinada na construção civil, elevando o nível de empregos formais em 1,27% no mês de agosto em comparação a julho. No ano de 2011, o aumento já é de 9,44%. No acumulado de 12 meses foram empregados 223.293 novos profissionais (7,77%).
Para o presidente do SindusCon-SP, Sérgio Watanabe, "os dados demonstram que a construção segue crescendo, embora em um patamar menos vertiginoso do que em 2010. Isto significa que o setor continua aquecido e está ascendendo de forma mais gradual."
Com as novas contratações, a construção brasileira empregava um total de 3.096.470 trabalhadores com carteira em agosto. A pesquisa mostra ainda que o nível de emprego na construção civil cresceu mais na região Norte (2,62%), seguida pela Nordeste (1,53%), Sul (1,34%) e Centro-Oeste (1,42%). A região Sudeste foi a que obteve menor alta (0,96%).
No mês, foram mais 4.350 novos trabalhadores com carteira assinada só no Estado de São Paulo (0,54%). Ao final dos oito primeiros meses de 2011, as construtoras paulistas já somavam 804.253 empregados com carteira assinada. Entretanto, as regiões de São José dos Campos e Bauru apresentaram uma queda no nível de emprego.


Fonte: PINIWEB

Técnico em Edificações

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O que fazer quando terminar o curso de edificações ? Em que trabalhar ?


          A crescente cientificidade da vida social e produtiva exige do cidadão trabalhador, cada vez mais, uma maior apropriação do conhecimento cientifica, tecnológico e político. Assim sendo, é imperativo que a escola tenha como missão a formação histórico-crítica do indivíduo, instrumentalizando-o para compreender as relações sociais em que vive e para participar delas enquanto sujeito, nas dimensões política e produtiva, tendo consciência da sua importância para transformar a sociedade, e o conhecimento cientifico para dominar a natureza.
           Dessa forma, o perfil profissional de conclusão que se almeja deve contemplar uma formação integral, que se constitui em socialização competente para a participação social e em qualificação para o trabalho na perspectiva da produção das condições gerais de existência.
           O técnico de nível médio em edificações na área de construção civil deve atuar no planejamento, projeto, execução e manutenção de obras; realizar levantamento de informações cadastrais, técnico e de custos, que irão subsidiar a elaboração a elaboração do projeto ou compor o seu estudo de viabilidade. Além disso desenvolver projetos arquitetônicos e de estalações, dando a estes a forma gráfica adequada e o detalhamento das informações necessárias à execução da obra. Elaborar orçamentos, processos licitatórios e licenciamento de obras.
           O técnico em edificações desempenha ainda atividades ainda atividades na implantação e gerenciamento do canteiro de obras, realiza a locação de obras, executa instalações provisórias assegurando o fluxo de insumos para o andamento da obra, contrata trabalhadores, desenvolve treinamentos, fiscaliza a execução dos serviços, implanta programas de qualidade e apropria custos. Atua também em restaurações arquitetônicas e estruturais, bem como no reforço de estruturas e reformas em geral.  



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